Frase do dia: "Não te esqueças que os estranhos são amigos que ainda não conheces." (Abraham Lincoln)

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Um Amor de Detetive – Sarah Mason


Os opostos se encontram e, como não poderia deixar de ser, se atraem neste divertido romance de estréia de Sarah Mason, Um amor de detetive.

A jornalista Holly Colshannon achava que não poderia receber incumbência pior do que cobrir funerais de bichos de estimação. Até o dia em que o seu chefe na Bristol Gazette lhe oferece o cargo de repórter criminal — o tipo de serviço para o qual as palavras “nem” e “morta” foram inventadas. O detetive James Sabine não fica nada satisfeito ao descobrir que vai ter uma repórter atrás dele feito uma sombra: na verdade, gostaria muito que aquela mosquinha incômoda voasse para bem longe dele. Mas Holly não é mulher de se acovardar, principalmente tendo uma coluna diária para escrever e um MG conversível caindo aos pedaços para manter em funcionamento. Porém, enquanto as relações entre a polícia e a imprensa vão de mal a pior, os leitores começam a desconfiar, pois, onde há fumaça, há fogo. Será que estão enganados? Ou será que é Holly quem nao esta enxergando a “fumaça? Um Amor de Detetive é o espirituoso, simpático e divertidíssimo romance de estréia de Sarah Mason.

Gabriela Machado,
Valença-RJ

Dança Indiana


Originalmente a dança era apresentada dentro dos Templos em uma sala especialmente construída e chamada de Natyamandapa, era executada por mulheres chamadas de “Devadasis”. Deva significa Deus e dasi, serva, portanto a dança era considerada como uma oferenda aos Deuses assim como a comida, as flores, etc...

A dança clássica indiana é dividida em Nritta (dança pura ou abstrata) e Nrittya (dança expressiva). Nritta é composta de movimentos baseados no ritmo e na música e não possui significado, tendo um caráter puramente decorativo e abstrato. Os ítens de dança pura, como são chamados, possuem complicados padrões rítmicos e diferentes medidas de tempo nos ciclos métricos. Em Nritta, a ênfase é nos movimentos puros de dança, criando padrões no espaço e no tempo sem nenhuma intenção especifica de projetar qualquer emoção. Os movimentos são criados pelas várias partes do corpo para produzir beleza estética. A unidade básica da dança é chamada de Adavu, que quer dizer “combinação” e no caso da dança pura, combina passos e gestos chamados de Nritta Hastas.

Nrittya é composto de Hastas e Abhinaya que são usados para contar histórias através da expressão das mãos, do rosto e do corpo. A palavra Hastas quer dizer mão e os principais Hastas (ou Mudras) usados em Nrittya são os Asamyukta (simples) e os Samyukta (compostos). Abhinaya é uma síntese de vários aspectos do processo dramático e normalmente esta palavra e traduzida como “atuar” ou "educar".

"Os Deuses criaram a dança como um instrumento para entretenimento. Mais tarde, com o propósito de agradar os Deuses, os seres humanos passaram a representar as histórias e as glórias dos Deuses. Deste modo começou o ciclo de celebração manifestada no alegre abandono do movimento e da música. Durante um período de aproximadamente dois milênios, a dança na Índia adquiriu um conjunto gramático, o qual levou a uma certa codificação da técnica. Deste modo foram plantadas as sementes do celebrado tratado de Bharatha Muni, o Natya Shastra. Isto foi complementado com uma acelerada manifestação da religião formalizada através dos Templos. Nos Templos, a arte da dança se desenvolveu em sua glória primordial, oferecida como era, aos Deuses. Os reis eram patronos de várias formas de arte e, assim, as Cortes também tiveram um papel importante na promoção e propagação da dança. Com novas influências culturais no milênio passado, deu-se a fusão e a síntese. As tradições da Ásia Central foram absorvidas no repertório da dança a qual deixou parcialmente suas amarras nos Templos e se mudou para a Corte. O domínio colonial da Índia levou ao lento desaparecimento da dança clássica, a qual, quando o País ganhou sua independência foi revivida. O espirito de rejuvenescimento tem ajudado a Dança Clássica Indiana a atingir um importante lugar no mundo cultural."

Atualmente existem sete estilos considerados clássicos na Índia:

• Bharathanatyam - desenvolvida nos templos de Tamil Nadu, no sul da Índia, esse estilo está entre os mais populares da Índia. Com em movimentos retos e fortes, essa dança apresenta histórias como as lendas que envolvem o deus Shiva.
• Kuchipudi -recebe seu nome do povo de Kuchipudi, no estado de Andhra Pradesh. Tem muitos elementos comuns com o Bharatanatyam e é vibrante.
• Mohiniyattam -também surgiu em Kerala. As mulheres dançam vestidas de branco e dourado. É uma mistura do Bharatanatyam e do kathakali.
• Kathakali -surgido em Kerala, no sudoeste da Índia. Este estilo forte e dramático está relacionado com as tradições das artes marciais.As histórias do Kathakali costumam ser tiradas do famoso épico hindu, o Mahabharata, ou do livro de Rama, o Ramayana.
• Odissi -provém do leste da Índia. Suas líricas linhas são pontuadas por pausas, nas quais os bailarinos adotam poses esculturais.Suas curvas e poses dão à dança uma qualidade bastante sensual. Segundo estudos arqueológicos, esse seria o estilo feminino mais antigo.
• Manipuri -é um estilo elegante e suave que provém de Manipur, no noroeste da Índia. Os bailarinos dão pequenos passos e saltos e as mulheres vestem rígidas longas saias. As lendas sobre Krishna são os temas desenvolvidos nas atuações.Este estilo dispensa os guizos nos tornozelos, tão comuns nos outros.
• Kathak -tem sua origem nos contos tradicionais do norte da Índia. O estilo é caracterizado pelo complexo trabalho dos pés e é a forma clássica mais tradicional do norte.

Bollywood

As danças dos filmes de Bollywood, especialmente nos mais antigos, são modeladas de acordo com os estilos clássicos da dança indiana, com as danças das cortesãs do norte da Índia e com as danças tradicionais. Nos filmes modernos, os elementos da dança indiana são misturados com estilos de dança ocidentais. No entanto não é invulgar ver tanto números no estilo de dança ocidental e de pura dança clássica indiana no mesmo filme. O herói ou heroína geralmente executa a dança junto com um grupo de dançarinos de apoio. Muitas sequências de música e dança contêm várias mudanças instantâneas de local e de roupa entre os versos de uma canção. Se o herói e a heroína dançam sozinhos, lado a lado, geralmente são rodeados por belas paisagens ou por cenários arquitetonicamente grandiosos.

Gabriela Machado,
Valença-RJ

Melancia – Marian Keyes

Foi demais da conta para Claire o dia do nascimento da sua filha. Ao acordar no quarto do hospital depara com o marido olhando-a na cama. Deduzindo tratar-se de algum tipo de sinal de respeito, ela nem suspeita de que ele soltará a notpicia da sua iminente separação: "Ouça, Claire, lamento muito, ms encontrei outra pessoa e vou ficar com ela. Desculpe quanto ao bebê e todo o resto, deixar você desse jeito..." Em seguida, dá meia-volta e deixa rapidamente o quarto. Defato, ele sai quase correndo.Melancia é um romance sobre a arte de manter o bom humor mesmo nos momentos mais adversos. Com 29 anos, uma filha recém-nascida e um marido que acabou de confessar um caso de mais de seis meses com a vizinha também casada, Claire se resume a um coração partido, um corpo inteiramente redondo, aparentando uma melancia, e os efeitos colaterais de gravidez, como, digamos, um canal de nascimento dez vezes maior que seu tamanho normal! Nada tendo em vista que a anime, Claire volta a morar com sua excêntrica família: duas irmãs, uma delas obcecada pelo oculto, e a outra, uma demolidora de corações; a mãe viciada em telenovelas e com fobia de cozinha; e o pai, à beira de um ataque de nervos. Após passar alguns dias em depressão, bebendo e chorando, Claire decide avaliar os prós e os contras de um casamento de três anos. É justamente nessa hora que James, seu ex-marido, reaparece. Claire irá recebê-lo, mas lhe reservará uma bela surpresa.

Gabriela Machado,
Valença-RJ

Outra Vez ... (Série Casados!) – Penny Jordan


Como uma esposa pode virar amante do marido?

Ao chegar ao escritório para mais um dia de trabalho, Kate não esperava ter um grande choque! O novo dono da empresa é ninguém menos que seu ex-marido!
Sean Howard, um empreendedor bilionário, continua magoado pelo término de seu casamento. Porém quando vê Kate, descobre que ainda existe uma forte química entre eles que pode ser despertada ao mais leve toque ... Assim, Sean decide que Kate não será apenas sua funcionária...

Casados no papel, mas ele nunca disse “Eu te amo”.

Gabriela Machado,
Valença-RJ


Filme - Ritmo do Amor


Quando uma entediada professora de inglês encontra um ativo campeão de dança – surdo – da Costa Leste, eles sentem um clique entre si, uma forte ligação que lhes diz que completam um ao outro. Ambos sentem-se assim, como se cada um preenchesse o vazio da vida do outro. Mas ela está noiva de um rapaz viciado em trabalho, que não é má pessoa quando está sem seu - blackberry - na mão. Já o professor tem uma ex-namorada que não aceita a separação e insiste em procurá-lo. Os dois terão que superar muitos obstáculos se realmente quiserem ficar juntos e se concentrarem nas metas as quais se propuseram: ganhar o campeonato mundial de dança e ficarem sempre juntos. Mas o caminho é difícil. Será que eles terão forças para viverem esse grande amor?

Trailer:





Gabriela Machado,
Valença-RJ

Coleção “O Diário da Princesa” – Meg Cabot


Quem nunca ouviu falar do filme da Disney “O Diário da Princesa”, com Anne Hattawey e Julie Andrews ? Mas nem todo mundo sabe que esse é um filme baseado na coleção de 10 livros da autora Meg Cabot. O interessante são as diferenças entre a princesa Mia dos filmes e a dos livros e também as diferenças na história. Vale a pena conferir as confusões em que Mia se mete e que não foram para a telinha.

• O Diário da Princesa - Livro que deu origem à série, conta a história de Mia, uma adolescente de quatorze anos que se acha uma "aberração" por ter um metro e oitenta de altura e nenhum seio. Vivendo problemas cotidianos, como a rivalidade com uma colega, a paixão pelo colega bonito, e questionando o fato de sua mãe namorar o seu professor de álgebra (um conhecido dela, quando em Nova Iorque e em Manhattan, onde vive, milhares de outras pessoas existem), ignora sua condição de herdeira ao trono do pequeno principado de Genovia (um fictício país europeu). Mia vem a saber disto quando seu pai, a quem vê apenas nos natais, descobre não poder ter mais filhos em razão de um câncer no testículo, e finalmente revela à filha sua condição nobiliárquica: Mia é uma princesa.[2]

• A Princesa sob os Refletores - O livro começa com a mãe de Mia, Helen Thermopolis - uma artista plástica -, revelando estar grávida de seu professor de álgebra - algo que a garota repudia . Além disso, tem de tomar aulas com a avó paterna (a quem chama de Grandmére - avó em francês) em como ser uma princesa. Mia tem de escrever "outro" diário para a professora de inglês, já que o seu verdadeiro diário não pode ser lido por ninguém. Mia prepara-se para uma entrevista importante, e sua mãe prepara-se para casar.[3]

• A Princesa Apaixonada - O natal esta chegando e com ele o momento em que a princesinha nova-iorquina Mia Thermopolis será finalmente apresentada aos seus suditos da Genovia. O treinamento com sua avó esta cada dia mais duro. E ela ainda tem de enfrentar a gravidez de sua mãe, seu novo padrasto e um inverno rigoroso. Mas o que mais a preocupa não é com a agenda que a espera em seu novo país, e sim se conseguirá chamar a atenção de Michael, o irmão de sua melhor amiga, por quem Mia esta perdidamente apaixonada, apesar de já ter um namorado: Kenny Showalter.

• A Princesa à Espera - Mia está na Genovia, longe de Michael, morrendo de saudades de seu namorado. E nem consegue falar com ele! Enquanto isso, a princesa apela para que a Genovia instale parquímetros, mas não consegue e ainda tem que lidar com seu primo mimado, o Príncipe René, a quem Grandmère adora e com seu discurso para encontrar o príncipe William. Em meio a isso, sua avó lhe dá Jane Eyre para ler e diz para ela não correr atrás dos garotos. Tina e Mia seguem as instruções, mas param quando Tina perde o namorado, Dave. Qual o melhor jeito para lidar com namorados?

• Princesa de Rosa Shocking - Mia comemora seu aniversário em um restaurante, onde, após tropeçar em Rommel, o cachorro de Grandmère e derrubar sopa na princesa viúva, o auxiliar de garçom Jangbu Panasa é demitido. Lilly fica revoltada e inicia um protesto, paralisando o serviço de hotéis, restaurantes e bares em Nova York. Mia se preocupa em ir à festa de formatura com Michael, mas ele não quer. E em seu aniversário, Lilly beija Jangbu e Boris se torna o namorado de Tina. Para ir à festa de formatura, Mia deve convencer Michael. Como?

• A Princesa Em Treinamento - Mia sofre com a ausência de Michael em sua vida, pois ele está na faculdade. Tira seu primeiro B em inglês, pois a nova professora de inglês, a Srta. Martinez, acha que ela ainda não está preparada para escrever e se dá mal em Geometria. Para coroar, Lilly a nomeia para presidente do Conselho Estudantil. Como Mia vai concorrer com a Lana, a garota mais popular da escola?

• O Presente da Princesa -Mia vai passar o Natal na Genovia como de costume. Mais dess vez, sua melhor amiga Lily e seu namorado Michael irão visitá-la. Mais Mia, entre tantos jantares e compromissos, ela acaba ficando sem tempo para sua amiga e namorado. E para completar, Mia ainda não comprou o presente perfeito para Michael. Como de costume, as coisas não serão fáceis para a princesinha.

• A Princesa na Balada - Mia é presidente do Coselho Estundantil e em sete meses acaba com os fundos na compra de latas de lixo, na qual a impressão sai errada ficando Bala, em vez de Lata. A princesa precisa arranjar dinheiro para alugar o salão para a festa de formatura do íltimo ano. Sua avó organiza uma peça contando a história da família real da Genovia, em que Mia deve beijar um garoto que não é Michael. E o seu namorado vai dar uma festa com pessoas da faculdade. Será que ela, presidente do conselho estudantil , futura governanrte de Genovia e prestes a se tornar estrela de um musical, não está pronta para a balada?

• A Princesa no limite - Desta vez, tudo parece estar bem para Mia: conseguiu passar de ano e se livrou da responsabilidade de ter a presidente do conselho estudantil. Mas rapidamente ela percebe que o ano está longe de ser cor-de-rosa... A professora de Inglês a inscreveu na matéria de Introdução à Escrita Criativa, e todo mundo sabe que a Princesa da Genóvia quer mesmo é ser uma grande escritora no futuro - será que a sra. Martinez não vê que ela já sabe tudo sobre criatividade? Além disso, logo agora quando Mia achava que tinha se livrado de Álgebra e de Geometria, ela tem de aturar Pré-Cálculo! E, pelo amor de tudo que é genoviano, por que Lilly a indicou para ser presidente do conselho de novo?!Mas nada disso se compara às novidades que Michael tem para contar. Tudo bem que Mia torce pelo sucesso do namorado, mas ele precisava inventar um protótipo de braço robotizado para cirurgias cardíacas, tão perfeito que vai ser construído por uma empresa no Japão? O pior de tudo é que com isso ele ficará longe não por uma semana, nem mesmo por um mês - Michael vai morar no Japão por um ano inteiro, ou mais!Mia precisa convencê-lo a ficar. E para isso está disposta a usar qualquer argumento? até Fazer Aquilo? Esperar ou não esperar? O futuro do seu namoro está em jogo e muitas lágrimas vão rolar.

• Princesa Mia - Mia precisa descursar em um baile de Gala. Mais, o que ela teria a dizer? E agora que Michael terminou de vez com ela, Mia não consegue levantar de cama e suas roupas estão ficando apertadas. Para completar, sua melhor amiga à odeia e alguém criou um site onde todos a odeiam. Como ser princesa num mar de problemas?

• Princesa Para Sempre - Vários acontecimentos e decisões megaimportantes tomam conta da vida de Mia! Ela foi aceita na faculdade dos sonhos, seu aniversário de gala está chegando, sem falar no baile de formatura e as primeiras eleições da história de Genovia. Para deixar a vida dela ainda mais atribulada, Michael está de volta do Japão, e Mia fica em dúvida se o aparentemente perfeito J.P. é mesmo “o cara” da vida dela.
Gabriela Machado,
Valença-RJ

Filme - Lambada, A Dança Proibida


Quem nunca ouviu a música “ Chorando se Foi” do grupo Kaoma ( Choooorando se foi quem um dia só me fez choraaaaaar...) ? Então .. essa música foi trilha sonora do filme “Lambada, A Dança Proibida” , que foi o primeiro filme de dança que eu assisti na vida! (:

O filme realmente não é o melhor do mundo, mas pra mim o que importa nesses filmes é a dança.E eu adoro Lambada (mais tarde um post sobre ela).

É um filme americano estrelado pela ex-Miss EUA, Laura Harring em 1990.

Nisa (Laura Harring), uma bela princesa do Brasil, que se preocupa em acabar com a destruição de sua vila e da floresta tropical por uma grande corporação multinacional, viaja para Los Angeles para se encontrar com Benjamin Maxwell (Richard Lynch), o presidente da empresa.

Mas sua visita é em vão, ela é avisada para marcar um encontro. Desanimada e desencorajada, Nisa aceita um emprego como empregada doméstica para se manter na América e finalmente ter o encontro. Porém ela se apaixona por Jason (Jeff James), o belo filho dos patrões. Ela decide ensiná-lo a apaixonada e erótica dança de sua terra... Lambada. Juntos eles decidem que a única maneira da mensagem chegar ao povo americano é entrando num concurso de Lambada. Mas Ashley (Barbra Brighton), a ex-namorada de Jason, se une a Benjamin Maxwell, ele para impedir que sua empresa seja denunciada e ela pra se vingar por ter sido preterida por Nisa.

Jason e Nisa estão dispostos a não se deterem em nada que os mantenha fora da pista de dança.

Trailer do Filme




Gabriela Machado,
Valença-RJ

Cativa do Coração (Os Irmãos Knight 2 ) – Sandra Marton


Além de quente, o sangue do ex-agente Mathew Knight tem um traço que o torna ainda mais irresistível: ele é descendente dos índios Comanches!
Rude, firme e especialista no campo do gerenciamento de risco, Mathew aceita o caso de Mia Palmieri, uma mulher comum que se encontra em uma situação extraordinária.
Para revelar a verdade sobre essa mulher, a única opção é seqüestrá-la! Mas enquanto é mantida prisioneira no esconderijo de luxo de Knight, Mia não consegue resistir à beleza viril e musculosa desse homem. Embora os momentos de amor dos dois sejam quentes e selvagens, Mia ainda tem uma missão secreta para cumprir ...

“Guerreiros Destemidos, Amantes Impiedosos”

Gabriela Machado,
Valença-RJ

Sapateado


Sapateado é um estilo de dança, originalmente irlandesa, na qual os dançarinos produzem sons sincopados, ritmados com os pés.

Sem registros históricos que possam precisar datas e locais, sabe-se muito pouco a respeito das origens do sapateado: algumas das suas primeiras manifestações datam de meados do século V. Posteriormente, desenvolveu-se a partir do período da primeira Revolução Industrial. Os operários costumavam usar tamancos (clogs) para isolar a humidade que subia do solo e, nos períodos livres, reuniam-se nas ruas para exibir sua arte: quem fizesse o maior e mais variado número de sons com os pés, de forma mais original, seria o vencedor. Por volta de 1800 sapatos foram adaptados especialmente para esta dança. O calçado era mais flexíveis, feito de couro, e moedas eram fixadas à sola, para que o som fosse mais limpo. Mais tarde, finas placas de metal (taps) passaram a ser fixadas no lugar das moedas, o que aumentou ainda mais a qualidade do som.

Nos Estados Unidos desenvolveu-se o chamado sapateado americano, introduzido no país por volta da primeira metade do século 19, na fusão que uniu ritmos e danças dos escravos, que já possuiam um estilo de dança próprio baseado nos sons corporais, com os estilos de sapateado praticados pelos imigrantes irlandeses e colonizadores ingleses.

A forma irlandesa do sapateado - também chamada de Irish Tap Dance - concentra-se nos pés, o tronco permanece rígido; já os americanos realizam sua Tap Dance esbanjando ritmos sincopados e movimentos com o corpo todo, abrindo a dança para o estilo próprio de cada executor. O sapateado americano acresecentou à forma irlandesa da dança toda a riqueza musical e de movimentos dos ritmos dançados pelos africanos e com isso criou uma modalidade de dança ímpar e que se espalharia, posteriormente, por todo o território dos EUA e, durante o século XX, diversos outros países.

A partir da década de 30 o sapateado ganhou força e popularidade com os grandes musicais, que contavam com a participação de nomes como Fred Astaire, Gene Kelly, Ginger Rogers, Vera-Ellen e Eleanor Powell. Depois de um período de declínio do final da década de 50 ao inicio dos anos 70, nomes como Gregory Hines e, em especial, Brenda Bufalino (diretora da American Tap Dance Foundation) revitalizaram o sapateado americano, impulsionando toda uma nova geração, de onde surgiram nomes como o do grande astro Savion Glover, recentemente coreógrafo dos pinguins do filme Happy Feet.

Profissionais de sapateado americano realizam periodicamente workshops e shows internacionais, levando a arte do sapateado para diversos países: além da Irlanda e Estados Unidos, países como França, Austrália, Alemanha, Espanha, Israel e Brasil possuem grupos, coreógrafos e estúdios de sapateado de expressão. O Brasil, em particular, recebe anualmente diversos profissionais americanos como forma de intercâmbio entre os grandes mestres da tap dance e os diversos núcleos de sapateado existentes por todo o território nacional.

Vídeo:





Gabriela Machado,
Valença-RJ

Dança do Ventre

A dança do ventre é uma das minhas favoritas. Além de ela ser de uma beleza especial por suas roupas e a suavidade da bailarina, essa dança modela pernas e cintura, dá mais flexibilidade, leveza, trabalha a respiração e deixa quem a dança muito mais feminina.
Eu adoro de paixão essa dança.. se pudesse falava dela o dia inteiro (: Mas muita gente tem preconceito com a dança do ventre.. Uma vez me disseram que se eu soubesse pra quê ela era usada antigamente eu não ficaria por aí dançando ¬¬'. As pessoas acham que os movimentos são vulgares e tudo porque sempre a associam com a mulher dançando só para o homem.. mas no Oriente antigamente os homens eram excluídos dos rituais em que as mulheres dançavam. E quando se trata de um país mais conservador é pior ainda .. a dançarina é vista como prostituta ¬¬'.
A gente é que perverte as coisas .. tem muita diferença do sensual para o vulgar u.u .

Bom, agora que eu já defendi o meu lado, vamos falar da dança em si não é? xD

A dança do ventre é uma dança praticada originalmente em diversas regiões do Oriente Médio e Ásia Meridional. De origem primitiva e nebulosa, datada entre 7000 e 5000 a.C, seus movimentos aliados a música e sinuosidade semelhente a uma serpente, foram registrados no Antigo Egito, Babilônia, Mesopotâmia, Índia, Pérsia e Grécia, e tinham como objetivo preparar a mulher, através ritos religiosos dedicados a deusas, para se tornarem mães. É composta por uma série de movimentos vibrações, impacto, ondulações e rotações que envolvem o corpo como um todo. Na atualidade ganhou aspectos sensuais exóticos, sendo excluída de alguns países árabes de atitude conservadora.

A origem é controversa. É comum atribuir a origem a rituais oferecidos em templos dedicados à deusa Ísis, em agradecimento à fertilidade feminina e às cheias do rio Nilo, as quais representavam fartura de alimentos para a região; embora a Egiptologia afirme que não há registros desta modalidade de dança nos papiros - as danças egípcias possuíam natureza acrobática. É possível que alguns dos movimentos, como as ondulações abdominais, já fossem conhecidos no Antigo Egito, com o objetivo de ensinar às mulheres os movimentos de contração do parto. Com o tempo, foi incorporada ao folclore árabe durante a invasão moura no país, na Idade Média. Não há, contudo, registros em abundância da evolução na Antiguidade.

Por possuir elementos corporais e sexuais femininos, acredita-se que sua origem remonta ao Período Matriarcal, desde o Neolítico, cujos movimentos revelam sensualidade, de modo que a forma primitiva era considerada um ritual sagrado. A origem está relacionada aos cultos primitivos da Deusa Mãe, Grande Deusa ou Mãe Cósmica provavelmente por este motivo, os homens eram excluídos do cerimonial (Portinari, 1989). As mais antigas noções de criação se originavam da idéia básica do nascimento, que consistia na única origem possível das coisas e esta condição prévia do caos primordial foi extraída diretamente da teoria arcaica de que o útero cheio de sangue era capaz de criar magicamente a prole. Acreditava-se que a partir do sangue divino do útero e através de um movimento, dança ou ritmo cardíaco, que agitasse este sangue, surgissem os "frutos", a própria maternidade. Essa é uma das razões pelas quais as danças das mulheres primitivas eram repletas em movimentos pélvicos e abdominais.

Tecnicamente, os movimentos são marcados pelas ondulações abdominais, de quadril e tronco isoladas ou combinadas, ondulações de braços e mãos, tremidos e batidas de quadril (shimmies), entre outros. Segundo a pesquisadora norte-americana Morroco, as ondulações abdominais consistem na imitação das contrações do parto: tribos do interior do Marrocos realizam ainda hoje, rituais de nascimento, em que as mulheres se reúnem em torno da parturiente com as mãos unidas, e cantando, realizam as ondulações abdominais a fim de estimular e apoiar a futura mãe a ter um parto saudável, sendo que a futura mãe fica de pé, e realiza também os movimentos das ondulações com a coluna. Estas mulheres são assim treinadas desde pequenas, através de danças muito semelhantes à Dança do Ventre.

Na passagem para o formato de palco, determinados elementos cênicos foram incorporados, principalmente no Ocidente:

• Espada: A origem é nebulosa e não necessariamente atribuída á cultura egípcia ou árabe, sendo explicada por várias lendas e suposições.

o O que é certo, porém, é que a bailarina que deseja dançar com a espada, precisa demonstrar calma e confiança ao equilibra-la em diversas partes do corpo;
o Pontos de equilíbrio mais comuns: cabeça, queixo, ombro, quadril e coxa;

o Também é considerado um sinal de técnica executar movimentos de solo durante a música;
• Punhal: Variação da dança com a espada, também sem registro de uso nos países árabes.
o O desafio para a bailarina nesta dança não é a demonstração de técnica, mas sim a de sentimentos;

• Véus: Ao contrário do que se pensa, é uma dança de origem ocidental norte-americana, tendo sido, portanto, criada há pouco tempo, ao contrário das danças folclóricas.
o Hoje é uma dança extremamente popular, e mesmo os leigos na Dança do Ventre costumam entende-la e apreciá-la.

Danças folclóricas

• Candelabro (shamadan): Elemento original egípcio, o candelabro era utilizado no cortejo de casamento, para iluminar a passagem dos noivos e dos convidados. Dança-se, atualmente, como uma representação deste rito social, utilizando o ritmo zaffa.

• Taças: Variação ocidental da dança com candelabro.

• Khaligi: Dança genérica dos países do golfo pérsico. É caracterizada pelo uso de uma bata longa e fluida e por intenso uso dos cabelos. Caracteriza-se por uma atmosfera de união familiar, ou simplesmente fraterna entre as mulheres presentes. Dança-se com ritmos do golfo, principalmente o soudi.

• Jarro: Representa o trajeto das mulheres em busca da água. Marcada também pelo equilíbrio.

• Säidi: Dança do sul do Egito, podendo ser dançada com o bastão (no ocidente, bengala).
• Hagallah: Originária de Marsa Matruh, na fronteira com o deserto líbio.

• Meleah laff: representação do cotidiano portuário egípcio de Alexandria. As mulheres trajam um pano (meleah) enrolado (laff) no corpo.
As danças folclóricas normalmente retratam os costumes ou rituais de certa região de e por isso são utilizadas roupas diferentes das de dança do ventre clássica.

• A dança com a cobra é considerada ato circense - a cobra era considerada sagrada no Antigo Egito e por isso algumas bailarinas fazem alusão nas performances - mas não é considerada representativa da dança.

Solo de Derback



Bellydance Superstars 2005




Gabriela Machado,
Valença-RJ

Sexo sem limites – Anne Hopper

O comportamento sexual de muitas pessoas – em especial das mulheres – ainda é limitado a velhas concepções impostas pela sociedade, que insiste em ditar as regras do que é certo e errado num relacionamento. Dessa maneira, muitos se tornam vítimas de uma rotina sexual sem atrativos e, assim, deixam de experimentar as infinitas possibilidades de prazer que o sexo oferece. Anne Hoper, renomada terapeuta sexual britânica, analisa a origem de nossas visões “distorcidas” e tabus sexuais e direciona este livro com o propósito de fazer você enxergar e, principalmente, sentir melhor toda a sua sexualidade, de maneira natural e sem preconceitos. Sexo sem limites é uma obra que, a partir de histórias reais e métodos abordados por grandes sexólogos e psicólogos, irá mexer com suas emoções e fazer você repensar suas idéias e atitudes com relação ao sexo. Aprenda a impedir que suas velhas concepções limitem suas experiências com seu parceiro, encare o sexo como algo natural e sinta a vida com muito mais excitação e plenitude.

Gabriela Machado,
Valença-RJ

Top 20 – As danças mais engraçadas

Bom, eu estava lembrando alguns vídeos que eu já vi na internet de pessoas dançando engraçado e decidi pegar os que mais me fizeram rir e colocar em um ranking .. Nada como ver Mônica e Ross dançando uma coreografia do colegial, ou então ver Dart Vader dançando Thriller em um concurso, ou, pior ainda, a dança da mosca varejeira do Freddie Mercury prateado. Enfim, juntei vídeos de seriados, filmes e pessoas sem noção e aí está o resultado, os 20 vídeos de dança mais engraçados:

20º lugar - Joe Jonas dançando Single Ladies
http://www.youtube.com/watch?v=Uf-h_lEpNcc&feature=fvsr

19º lugar - Madagascar – Eu me remexo muito
http://www.youtube.com/watch?v=3hzKpropt8I&feature=player_embedded#

18º lugar - Máscara – Cuban Pete
http://www.youtube.com/watch?v=GJej6kCgxVM&feature=player_embedded#

17º lugar – Dance of Stars Wars
http://www.youtube.com/watch?v=UkTQwP2gFxU&feature=player_embedded#

16º lugar – Bebê assistindo single ladies
http://www.youtube.com/watch?v=ikTxfIDYx6Q

15º lugar - JK Wedding Entrance Dance
http://www.youtube.com/watch?v=4-94JhLEiN0&feature=player_embedded

14º lugar – Kiko dançando Michael Jackson
http://www.youtube.com/watch?v=StAcliKV38Y

13º lugar - Noivos dançarinos
http://www.youtube.com/watch?v=FsGUiVrZ7Wc&feature=player_embedded#

12º lugar - Chaves dançando e mexendo ombrinho
http://www.youtube.com/watch?v=JOEtswC0YOM&feature=related

11º lugar - Evian babies
http://www.youtube.com/watch?v=XQcVllWpwGs

10º lugar - Esqueleto
http://www.youtube.com/watch?v=dO05RXJkN40

9º lugar - Kiko
http://www.youtube.com/watch?v=6auPUvUhX_k&feature=related

8º lugar –Freddie Mercury Prateado - Dança da águia da Portela
http://www.youtube.com/watch?v=fz0eH3tilkY

7º lugar - Dance of Stars Wars
http://www.youtube.com/watch?v=vIRQf0S3oD0

6º lugar - Fresh price of bel air
http://www.youtube.com/watch?v=T3ANUkOyDNQ&feature=related

5º lugar - Dança da mosca varejeira
http://www.youtube.com/watch?v=8mFCOu31_eI&feature=related

4º lugar - Fresh price of bel air – Jump on it
http://www.youtube.com/watch?v=G4qcbmiNmBM&feature=related

3º lugar - Friends
http://www.youtube.com/watch?v=CfStxSpsB9Y

2º lugar -- Mr bean
http://www.youtube.com/watch?v=7pXYxgzO8L8

PRIMEIRÍSSIMO lugar - Evolution of dance
http://www.youtube.com/watch?v=dMH0bHeiRNg&feature=fvst

E você, o que colocaria na sua lista?

Gabriela Machado,
Valença-RJ


Os melhores livros de sempre

Numa votação organizada por editores noruegueses, 100 escritores de 54 países elegeram os melhores livros de sempre. Há quem discorde de alguns deles, mas cada autor tem seu gosto não é? Bem, abaixo temos os 20 primeiros nomes da lista. Esta foi a primeira vez que uma entidade oficial elabora uma lista deste tipo

1 - Dom Quixote de Miguel Cervantes (1547-1616) Espanha

2 - Things fall Apart de Vhinua Achebe (1930) Nigéria

3 - Os Mais Belos Contos de Hans Christian Andersen (1805-1875) Dinamarca

4 - Orgulho e Preconceito de Jane Austen (1775-1817) Inglaterra
5 - Pai Goriot de Honoré de Balzac (1799-1850) França

6 - Trilogia: Molloy, Malone está a morrer, O Inominável, de Samuel Beckett (1906-1989) Irlanda

7 - Decameron de Giovanni Boccaccio (1313-1375) Itália

8 – Ficções de Jorge Luis Borges (1899-1986) Argentina

9 - O Monte dos Vendavais de Emily Bronte (1818-1848) Inglaterra

10 - O Estrangeiro de Albert Camus (1913-1960) França

11- Poemas de Paul Celan (1920-1970) Roménia

12 - Viagem ao Fim da Noite de Ferdinand Celine (1894-1961) França

13 - Contos da Cantuária de Geoffrey Chaucer (1340-1400) Inglaterra

14 – Nostromo de Joseph Conrad (1857-1924) Inglaterra

15 - A Divina Comédia de Dante Alighieri (1265-1321) Itália

16 - Grandes Esperanças de Charles Dickens (1812-1870) Inglaterra

17 - Jacques, o Fatalista de Denis Diderot (1713-1784) França

18 - Berlin Alexanderplatz de Alfred Doblin (1878-1957) Alemanha

19 - Crime e Castigo de Fyodor Dostoyevsky (1821-1881) Rússia

20 - O Idiota de Fyodor Dostoyevsky (1821-1881) Rússia

Gabriela Machado,
Valença-RJ

Carlinhos de Jesus


Carlinhos de Jesus nasceu na cidade do Rio de Janeiro, em 27 de janeiro de 1953. Ele nasceu no bairro de Marechal Hermes e foi criado em Cavalcante. Ele é um dançarino e coreógrafo brasileiro.
Desde jovem Carlinhos de Jesus vem se apresentando em espetáculos teatrais e em programas de televisão. Ele é diretor da " Casa de Dança Carlinhos de Jesus" e também proprietário e diretor da " Casa de Danças e Espetáculos Lapa 40 Graus".
No carnaval carioca, há muitos anos ele é o coreógrafo da " Comissão de Frente da Mangueira", cargo que ele abandonou agora(2009) depois de 11 anos nessa atividade. Além dessa participação no desfile das escolas de samba, Carlinhos de Jesus tem o bloco que leva o nome: " Dois Pra Cá, Dois Pra lá", e que arrasta verdadeira multidão em frente a sua Casa de Danças, de onde eles saem e depois dançam pelas ruas de Botafogo e Copacabana, terminando na Praça Lido em Copacabana.
Carlinho de Jesus fez muitas aparições como jurado, nos concursos de dança do Programa do Faustão, na Rede Globo de Televisão.
Ator, coreógrafo, diretor, apresenta em seu Curriculum várias premiações por seus trabalhos no Brasil e no Exterior.

Seu depoimento está gravado no Projeto "Memória do Povo da Dança do Samba no Museu da Imagem e do Som, Rio de Janeiro – RJ.

Requisitado para preparação corporal de vários artistas nacionais e internacionais como: Jaqueline Bisset, Richard Dreyffuss, Jorge Perigorria, Elba Ramalho, Tânia Alves, Cristiane Torloni, Zezé Polessa, Milton Nascimento, Alexandre Pires (Só Pra Contrariar), Paulo José, Renato Aragão, Maurício Mattar, Lúcia Veríssimo, entre outros.

Único dançarino popular com participação especial no "Rock in Rio", 1991.

Contratado pela Polygram como o "Embaixador" da SALSA no Brasil responsável pela divulgação da SALSA no Brasil – 1994 e 1995.

Homenageado no Carnaval, do Rio de Janeiro, de 1995 como o enredo "No Reflexo do Espelho a Arte de Dançar pela Escola de Samba Em Cima da Hora cujo refrão diz "Neste cenário de luz, o seu bailar me seduz, na azul e branco vem Carlinhos de Jesus", em 2003 a homenagem veio da Escola de Samba Santa Marta, com o enredo "Santa Marta Canta e Encanta com Carlinhos de Jesus" e em 2005 no Carnaval de Porto Alegre, a homenagem veio da Escola de Samba Imperatriz Dona Leopoldina com o enredo "Carlinhos de Jesus, a Brasilidade Dança e Encanta a Dona Leopoldina".
A personalidade artística de Carlinhos de Jesus já é parte da história da arte brasileira há muito tempo, por suas inúmeras aparições como dançarino e astro convidado em shows de grandes nomes da mpb, clips, filmes, especiais para tv, teatro, carnaval, etc... Trabalhando lado a lado com Carlinhos existe um grupo de dançarinos de salão que juntos e sob sua supervisão apresentam-se em eventos especiais, lançamentos, congressos, convenções, festivais chegando a convites do porte de espetáculos no exterior.

Site da sua Casa de Dança : http://www.carlinhosdejesus.com.br

Gabriela Machado,
Valença-RJ

A Menina Que Roubava Livros - Markus Zusak


“- Eis um Pequeno Fato –
Você vai morrer
Com absoluta sinceridade, tento ser otimista a respeito de todo esse assunto, embora a maioria das pessoas sinta-se impedida de acreditar em mim, sejam quais forem meus protestos. Por favor, confie em mim. Decididamente, eu sei ser animada, sei ser amável. Agradável. Afável. E esses são apenas os As. Só não me peça para ser simpática. Simpatia não tem nada a ver comigo.”

Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em A Menina que Roubava Livros, livro há mais de um ano na lista dos mais vendidos do The New York Times. Desde o início da vida de Liesel na Rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade desenxabida próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido da sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona de casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, O Manual do Coveiro. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro de vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes. E foram estes livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de roubá-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto a sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar. Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal. Mas só quem está ao seu lado sempre e testemunha a dor e a poesia da época em que Liesel Meminger teve sua vida salva diariamente pelas palavras, é a nossa narradora. Um dia todos irão conhecê-la. Mas ter a sua história contada por ela é para poucos. Tem que valer a pena.

Gabriela Machado,
Valença-RJ

Os benefícios da dança


A Dança é um esporte e, como todos os outros, traz benefícios para quem pratica. Seus benefícios como uma atividade física são bem conhecidos: flexibilidade, melhora do condicionamento aeróbico, aprimoramento da coordenação motora e perda de peso, entre tantos outros.

Mas pouco se fala da dança como uma terapia para a alma. Basta observar com um pouco mais de atenção para perceber que os resultados vão muito além do bem-estar físico.

Socialização, combate à depressão e à timidez, alegria, auto-estima elevada e disposição para encarar as dificuldades do dia-a-dia são apenas algumas das transformações que se nota em quem se arrisca a adentrar o mágico mundo da dança.

Mais do que técnica, é preciso sentimento – e isso o ser humano tem de sobra.

Ao ensaiar os primeiros passos, a pessoa se desprende dos medos e preconceitos e vê seu estilo de vida ser transformado pouco a pouco.

“A dança é mesmo uma forma de terapia. E qualquer pessoa pode dançar, não existem restrições, nem mesmo de idade. Os passos podem – e devem – ser adaptações às limitações físicas de cada um, mas não existe impedimento.

Basta saber ouvir a música e dançar para você, sempre com muita emoção, e sem se preocupar com os outros.

Mas quem pensa que a dança é privilégio apenas dos mais jovens se engana – e muito. Essa é uma das atividades mais democráticas e que possibilita a participação de qualquer pessoa.

Basta apenas se sentir disposto a começar. Algumas pessoas dançaram a vida inteira, outras só descobriram esse prazer depois da aposentadoria ou após encaminhar os filhos na vida.
E depois que eles começam, não querem mais parar.
Bailes, aulas de dança ou mesmo de coreografia. Representantes da Melhor Idade comparecem com um único compromisso: se divertir.

Basta observar durante poucos minutos e já é possível perceber a alegria de cada um ao estar ali, dançando.

A dança de salão, inclusive, é indicada na terapia de casal porque eles se tornam mais próximos e acabam resgatando toda a cumplicidade do início do relacionamento. A vida a dois com certeza melhora muito, inclusive ao ampliar a roda de amigos.

“ Quem dança é mais feliz ! “

Gabriela Machado,
Valença-RJ

Leia e emagreça

Você sabia que ler emagrece? Um estudo encomendado pela rede de livrarias britânicas Borders reforçou o ditado “mente sã, corpo são”. O ato de ler já gasta por volta de 120 calorias por hora, porém o estudo comprovou que ao ler livros de ação, sexo e suspense, a taxa média de calorias que são gastas dobra.

Isso se dá ao fato de que livros ligados a esses temas provocam a produção de adrenalina, um hormônio que prepara o corpo para situações de estresse, reduzindo o apetite e queimando calorias.

A pesquisa ainda cita os livros que geram mais adrenalina, ou seja, que mais emagrecem. Encabeçando a lista está “Polo”, de Jilly Cooper, que provoca a queima de 1,1 mil calorias (equivalente a um Big Mac), seguido do famoso “Código da Vinci”, queimando 855 calorias (uma barra de chocolate). Ainda estão na lista dos mais “diets”, títulos como “O Exorcista” de William Blatty e “O Iluminado” de Stephen King.
Agora é só correr e escolher um bom livro que desperte o seu interesse... e emagrecer !

Gabriela Machado,
Valença-RJ

Jazz

A dança “jazz” é energética e expressiva, além de ser uma grande diversão, ajuda a melhorar a coordenação. Nos dias de hoje, grande parte do que se vê em musicais, filmes, vídeos populares é jazz. Com muita influência dos espectáculos da Broadway, juntamente com o sapateado americano é sempre uma opção para um estilo livre e bem humorado.

O Jazz é uma forma de expressão pessoal criada e sustentada pelo improviso, apresentando uma descendência que pode ser traçada nas suas origens africanas. Tem certas características marcantes, numa explosão de energia que irradia de todo o corpo e um ritmo pulsante, dando o balanço certo e a qualidade do movimento.

Possuindo diversas variações como: Modern Jazz Dance, Soul Jazz, Rock Jazz, Jazz de Rua, Free Style entre outras.

O Jazz é uma forma de expressão pessoal criada e sustentada pelo improviso. Dizem que a origem da Dança Jazz tem raízes essencialmente populares. Com uma evolução inicial paralela à da música Jazz, surgiu nos E.U.A no final do século passado. Podendo-se afirmar que nasceu da cultura negra.

História do Jazz

No início, nas viagens dos navios negreiros da África para os Estados Unidos, os negros que não morriam de doenças eram obrigados a dançar para manterem a saúde. As danças tradicionais dos senhores brancos eram as polcas, as valsas e as quadrilhas, e os negros os imitavam para ridicularizá-los, mas dançavam de acordo com a visão que tinham da cultura européia, e misturando um pouco com as danças que conheciam, utilizando instrumentos de sua cultura. Dessa forma, surgiu o jazz, que era uma mistura da imitação dos ritmos europeus com os costumes naturais dos negros.

Em 1740, os tambores foram proibidos no sul dos Estados Unidos para evitar insurreições (revoltas) dos negros. Assim, para executar suas danças, eles foram obrigados a improvisar com outras formas de som, como palmas, sapateados, e o banjo. Mais uma vez, a dança dos negros dava um salto, aproximando ainda mais com o jazz que conhecemos atualmente.
No início deste século, as danças afro-americanas começaram a entrar para os salões, e a sofrer novas influências: do can-can e do charleston, principalmente. Logo, essa dança que se pode até chamar de "mista", tomou conta dos palcos da Broadway, se transformando na conhecida comédia musical que, por sua vez, é o segundo nome dado à dança mais conhecida como jazz.
Modern Jazz Dance, Soul Jazz, Rock Jazz, Disco Jazz, Free Style e Jazz, são algumas das designações que hoje em dia vão sendo utilizadas para denominar os numerosos aspectos de que se reveste esta forma de expressão artística. No Brasil além destas designações, a generalização, tem sido freqüentemente exagerada a ponto de considerar determinadas formas de ginástica ou atividade física, englobadas no mesmo termo.
Jack Cole, é por alguns considerado o pai da dança Jazz, foi um dos primeiros a interagir fundamentos da Dança Moderna e sua técnica de isolamento das partes do corpo. Sua técnica viria a influenciar toda uma geração como Matt Mattox, entre outros.

O jazz tem certas características marcantes, incluindo a isolação, uma explosão de energia que se irradia dos quadris e um ritmo pulsante que dá o balanço certo e a qualidade do movimento. O comentário artístico e crítico, entretanto, geralmente acha o jazz uma dança de pouco valor coreográfico, por ser uma mistura de vários estilos pessoais derivados de um processo de improvisação, que organizados formam uma coreografia.

As diferentes técnicas do Jazz, tem demonstrado que muitos princípios foram herdados do Ballet Clássico e da Dança Moderna, e alguns professores tem divulgado e desenvolvido seus métodos de fundamentação técnica para a formação do bailarino cada vez mais ecléticos. Poucos sabem qual será o futuro e suas novas influências, mas o que se pode afirmar é que até hoje, o Jazz tem sido uma das formas mais importantes da expressão artística.

Gabriela Machado,
Valença-RJ

10 livros quentes para ler na cama


Nenhum lugar como a nossa cama. É boa para dormir, namorar, transar, ver um filme agarradinho e, por que não?, ler. E não estamos falando de jornais ou livros do trabalho, mas de romances eróticos que fazem a imaginação ir às alturas. O site Bolsa de mulher Fez uma seleção de dez livros que você vai ler na cama sem correr o risco de dormir a terceira página.

1. “A vida sexual de Catherine M.” , de Catherine Millet, Ediouro.


É um best-seller mundial em que a renomada crítica de arte Catherine Millet revela em detalhes a sua vida sexual, bem livre aliás, com direito a orgias com mais de 150 pessoas, transas com 40 homens ao mesmo tempo e flertes com outras mulheres e travestis. Muitas críticas reclamam que a linguagem do livro é fria e distanciada.

Leia um trecho: “Nunca faço rápido demais no início, prefiro cobrir todo o comprimento do membro, mantenho o ritmo moderado. Tenho um sentimento inefável de controle: é incrível como uma minúscula vibração da língua pode despertar uma resposta desmedida”.

2. “A casa dos budas ditosos”, de João Ubaldo Ribeiro, Objetiva Editora.



O livro foi adaptado pelo dramaturgo Domingos de Oliveira para o teatro em um monólogo encenado por Fernanda Torres. Conta as histórias da uma baiana de 68 anos que decide revelar detalhes da sua vida sexual, entre reflexões sobre o sexo e seus tabus.

Leia um trecho: “(…) e eu doida que ele gozasse na minha boca e ele acreditando naquela frescura preliminar do ‘essa coisa que espirra’ e tirando o pau fora de minha boca para gozar na minha mão, até que não agüentei e grunhi ‘goze na minha boca!’ e reenfiei o pau dele tanto quanto pude na boca e só parei quando senti ele gozando quase em minha garganta”.

3. “Kama Sutra”, de Vatsyayana, Ediouro



O mais clássico dos livros que falam sobre sexo, o Kama Sutra fala também de amor. E tem linguagem que beira o científico. Está disponível para download na Internet.

Leia um trecho: “Quando o amor se intensifica, entram em jogo as pressões ou arranhões no corpo com as unhas. As pressões com as unhas, entretanto, não são comuns senão entre aqueles que estejam intensamente apaixonados, ou seja, cheios de paixão. São empregadas, juntamente com a mordida, por aqueles para quem tal prática é agradável”.

4. “Minha vida de stripper”, de Diablo Clody, Nova Fronteira.



A roteirista do filme Juno conta sem melindres sua experiência profissional como stripper. É um livro com linguagem contemporânea, tiradas sarcásticas e sem julgamento de valores. E o melhor: não é brega!

Leia um trecho: “Meu companheiro e eu compramos uma lap dance cada um, aquele lance em que as garotas dançam e se esfregam diretamente no cliente, e trocamos cômicos olhares de animação e pânico enquanto as strippers giravam passivamente sobre nossas respectivas virilhas. Minha stripper, uma garota andrógina de cabelos raspados e com um vestido de látex, era uma fonte indiferente e ineficiente de calor. Quando ela se inclinou para a frente e abriu a bunda para me mostrar o olho do cu, eu disse: ‘Gostei das suas botas’”.

5. “O Doce Veneno do Escorpião”, “O que aprendi com Bruna Surfistinha” e “Na cama com Bruna Surfistinha”, de Raquel Pacheco, Panda Books.


Os três livros lançados pela ex-garota de programa Bruna Surfistinha fizeram o maior sucesso e foram traduzidos para outras línguas. O primeiro deles vai ganhar as telas de cinema, com Deborah Secco como protagonista. Abaixo um trecho do terceiro livro, que dá dicas de como fazer com que seu homem nunca procure uma garota de programa.

Leia um trecho: “Se quer encarnar totalmente uma garota de programa, vou dar uma boa idéia: vista-se bem, gostosinha, com uma saia curta, uma blusa meio transparente e vá para a rua. Ligue para ele e diga que está esperando em tal lugar. Quando ele chegar, debruce-se no vidro do carro e mostre o decote na hora de ‘combinar o preço’. Deixe que veja apenas o biquinho do seio, nada mais. Mostre, mas não facilite, como faria uma garota de programa de verdade. Ele vai ficar com o maior tesão. Se você não quiser ir para a rua, pode criar outras situações: ele te liga como se não te conhecesse, marca um programa e combina o motel onde se encontrarão.”

6. “O Diário de Marise” e “100 segredos de uma garota de programa”, de Vanessa de Oliveira, Matrix Editora.



Na mesma onda de Bruna Surfistinha, a ex garota de programa Vanessa de Oliveira relata suas experiências com mais de cinco mil clientes, dá detalhes sobre sua ex-profissão e faz revelações sobre o comportamento masculino.

Leia um trecho:

“A melhor mulher do mundo: a da vida!
O homem mais necessário do mundo: o cliente.
O homem mais especial: aquele que ela ama.
O homem inesquecível: aquele que pagou por ela mais do que ela mesma achou que valesse.
O ídolo: Onassis (nunca ninguém gostou tanto de pagar mais caro pelas mulheres).
A santa predileta: Maria Madalena.
O conto infantil mais excitante: Peter Pan, aquele menino safado, cheio de energia e lindo.
Filosofia de vida: tirar o máximo de dinheiro do cliente em pouco tempo e com o mínimo de esforço.
A primeira grande invenção do século: preservativo.
A segunda grande invenção do século: gel lubrificante.
A pior invenção do século: Viagra.
O pior dia: domingo (não tem cliente).
O melhor dia: segunda (todos eles vêm).
O melhor encontro: várias mulheres com um homem só (dá menos trabalho).
Os melhores momentos do sexo com o cliente: o fim e o pagamento no início.
Os piores momentos do sexo com o cliente: o início, durante e o pagamento só no final.
Do que gosta toda mulher (sendo ela “da vida” ou não): dinheiro.
Do que gosta todo travesti: homens (dinheiro é obsoleto).
Do que gosta todo homem: mulheres e dinheiro (para conseguir mais mulheres).
O pior cliente: bêbado (nunca vai embora).
O melhor cliente: o apressado (vai embora rapidinho).

7. “Lolita”, de Vladimir Nabokov, Companhia das Letras.



A obra criou a imagem da ninfeta, a menina novinha que desperta o interesse dos marmanjos. O livro, cuja primeira edição é de 1955, virou filme com o mesmo nome.

Leia um trecho: “Lolita, luz de minha vida, labareda em minha carne. Minha alma, minha lama. Lo-li-ta: a ponta da língua descendo em três saltos pelo céu da boca para tropeçar de leve, no terceiro, contra os dentes. Lo. Li. Ta. Pela manhã ela era Lô, não mais que Lô, com seu metro e quarenta e sete de altura e calçando uma única meia soquete. Era Lola ao vestir os jeans desbotados. Era Dolly na escola. Era Dolores sobre a linha pontilhada. Mas em meus braços sempre foi Lolita”.

8. “O amante”, de Marguerite Duras, Nova Fronteira.



Romance autobiográfico que conta a história de uma adolescente que se envolve com um homem dez anos mais velho e descobre o amor e o sexo. Tem linguagem poética e boas frases.

Leia um trecho: “Digo-lhe que venha, que me possua outra vez. Ele obedece. É bom o cheiro do cigarro inglês, o perfume caro, ele cheira a mel, sua pele absorveu o cheiro da seda, aquele cheiro de fruta do tussor de seda, de ouro, ele desperta desejo. Digo que o desejo. Diz que devo esperar. Ele fala, diz que desde o primeiro momento, desde a travessia do rio sabia que eu seria assim depois do meu primeiro amante, que eu amaria o amor, sabia desde o primeiro momento que eu o enganaria, que ia enganar todos os homens com quem fizesse amor. Disse que, quanto a ele, fora instrumento da própria infelicidade. Digo que o que está dizendo me faz feliz.”

9. “Trópico de Câncer”, Henry Miller



O romance autobiográfico fala sobre experiências sexuais e existenciais de um norte-americano em Paris, entre bares intelectuais e prostíbulos.

Leia um trecho: “Caminhando ao léu diante do Dôme um pouco mais tarde, vejo de repente um rosto pálido e pesado, com olhos ardentes – e o vestidinho de veludo que sempre adorei porque embaixo do veludo macio sempre houve uns seios quentes e pernas de mármore, frias, firmes, musculares. Ela se ergue do mar de rostos e abraça-me, abraça-me apaixonadamente – milhares de olhos, narizes, garrafas, janelas, bolsas, pires, tudo nos fitando e nós, um nos braços do outro, esquecidos. Sento-me ao seu lado e ela fala – uma torrente de palavras. Notas selvagens e consumptivas de histeria, perversão, lepra. Não ouço uma só palavra porque ela é bela, eu a amo e agora estou feliz e desejando morrer”.

10. “Um copo de cólera”, Raduan Nassar, Companhia das Letras.



O livro que deu origem ao filme homônimo protagonizado por Julia Lemmertz e Alexandre Borges é fininho e dá para ler em uma sentada só. De início, pode assustar por não ter abertura de parágrafo, mas é questão de o leitor se adaptar. Figura em listas de livros essenciais da literatura brasileira.

Leia um trecho: “(…) e foi pra melar inda mais o desejo dela que levei a mão bem perto do seu rosto, e comecei com meu dedo do meio a roçar seu lábio de baixo, e foi primeiro uma tremura, e foi depois uma queimadura intensa, sua boca foi se abrindo aos pouco pr’um desempenho perfeito, e começamos a nos dizer coisas através dos olhos (essa linguagem que eu também ensinei a ela), e atento na sua boca, que eu fazia fingir como se fosse, eu estava dizendo claramente com os olhos ‘você nunca tinha imaginado antes que tivesse no teu corpo um lugar tão certo pr’esse meu dedo enquanto eu te varava e você gemia’(…)”.

Gabriela Machado,
Valença-RJ

Pole Dance


Vocês se lembram da Alzira, personagem de Flávia Alessandra em “Duas Caras”? Ela levou o povo brasileiro a conhecer esse tipo de dança que, em minha opinião, sofre um pouco de preconceito por ser uma dança associada a casas noturnas e boates (ta certo.. algumas mulheres que dançam no cano são meio .. deixa pra lá .. mas eu acho o pole dance até uma arte sabe ? Tenta ficar de cabeça pra baixo fazendo aqueles movimentos pendurada em um cano u.u’ ) , sendo que esse estilo é óóóóótimo até para modelar o corpo.

Bom, mulheres dançando agarradas a um cano de ferro sempre foi sinônimo de erotismo. Em países como Argentina, Estados Unidos, Inglaterra e Portugal essa explosiva combinação está deixando de ser algo exclusivo de fantasias, casas noturnas e boates de strip tease. Mulheres comuns, que buscam modelar seu corpo estão aderindo a moda do Pole Dance.

Bastou se descobrir que sustentar o peso do próprio corpo sobre um cano, enquanto aprende novos movimentos e coreografias e faz com que os músculos trabalhem de maneira constante e divertida para que a dança, antes imaginada somente em lugares proibidos para menores, ganhasse espaço nas academias de ginástica.

"A pole dance é uma excelente maneira de moldar a figura e tonificar a totalidade dos músculos, especialmente abdominais, glúteos e pernas. E o extra é que especialistas em dança vão te ensinar a se mover de forma sensual", explica o site de Pole Dance www.poledance.com.ar, da Argentina.

Quem festeja a nova moda são os homens que agora podem desfrutar das mais lindas mulheres em poses sensuais e queimando calorias.

Abaixo, vídeo da dançarina Tammy, campeã de pole dance.



Gabriela Machado,
Valença-RJ